Quando nós brasileiros pensamos num idioma estrangeiro, a ideia é: "Bom, espanhol porque habitamos a América Latina. Inglês porque habitamos o Planeta Terra".
Um antigo livro de inglês se chamava "Quick and Easy", o que prova que o ser humano é cada vez mais fascinado pelo que é rápido e fácil na esperança que isso lhe deixe com mais tempo de ser feliz.
O nosso idioma é o mais complexo para um estrangeiro falar bem, ao contrário do inglês, que é um idioma "right to the point" (direto ao ponto). Com poucas aulas já é possível tentar uma conversação.
Com um idioma que soa bem musicalmente, letras e melodias fáceis que ficam no subconsciente, uma dança idem torna-se rápido o consumo. Ainda bem que o Chico e o Caetano não fazem letras assim!
Adquirir o gosto pelas "iguarias" americanas é quase óbvio pelo forte apelo à diversão e à brincadeira (o que não deixa de ser).
O "nosso" futebol é um esporte movido pela paixão. É o único esporte em que a partida pode terminar em 0 x 0. O futebol americano, bom: o ingresso custa $3, hambúrgueres e cachorros-quentes $2, a Bud $2.
O americano vai ao estádio não exatamente para torcer, mas para beber, encontrar os amigos e contar piadas. Esse é o barulho que se ouve das arquibancadas. Volta e meia tem um órgão que avisa aos "torcedores" que algo importante vai acontecer.
O nosso folclore também é muito complexo e, mais cedo ou mais tarde, será mais fácil comemorar (consumir) o Halloween.
E pensar que, por mais que não existam bruxas em nossa cultura, aceitamos de bom grado se isso nos fazer parecer "legal". As culturas mudam de nome e aceptores, mas a necessidade de dominação do homem é constante, seja por papéis de bala ou bruxas. "Gostosuras ou travessuras?" Eis a questão.
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