Emec=const
Ecin=Epot
mv²/2=mgh
v²=2gh
No fundo,
O meu silêncio
É igual ao seu
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Meia Vida
Desverdade inconsistente
Acolhe o decaimento
Do que nunca fui
A paz,
Poucas vias simples
Sem perdas ou feitos
Inerte
Um espelho no vento
Um vôo no sol
No céu
No fim
Acolhe o decaimento
Do que nunca fui
A paz,
Poucas vias simples
Sem perdas ou feitos
Inerte
Um espelho no vento
Um vôo no sol
No céu
No fim
terça-feira, 12 de abril de 2011
Segure Firme
Quero vestir seu paraíso
Uma mentira
Quero desprender o seu sorriso
Está tudo bem em devorar a mente
Não tem sentimentos
Tudo passa
Uva passa
Seco como uma folha
Adeus
Adeus
terça-feira, 5 de abril de 2011
A Caixa de Tatá
Thaís era amável
Seu peso era sorrir
Para reciclar o dia
Thaís vestia rosa, feliz
O difícil era o caminho torto
Da vida ao nascer
Thaís olhava o sol
Vento em seu rosto
E a luz desmerecer
Thaís em dia
E tudo recomeça
Era só um trecho
Thaís, uma caixa
E se era meiga ou baixa?
Thaís, uma máscara
Ao ir embora
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Quântico
Olho o silêncio
O seu e o meu
Perfeita cadência
Que não se perdeu
Ouço o descolapso
Obrigação descomunal
Sustentar o lapso
Do peso matrimonial
Toco em memórias
Do que nunca foi
Ajuda retórica
Comprada estou
Dupla quebra
Dos sentidos
Suportar a pedra
E nunca ter mentido
O seu e o meu
Perfeita cadência
Que não se perdeu
Ouço o descolapso
Obrigação descomunal
Sustentar o lapso
Do peso matrimonial
Toco em memórias
Do que nunca foi
Ajuda retórica
Comprada estou
Dupla quebra
Dos sentidos
Suportar a pedra
E nunca ter mentido
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