Ao passar dos anos da existência humana, um fato notável é a intensificação dos chamados fluxos capitalistas. Talvez seja hipocrisia de qualquer terráqueo do século XXI posicionar-se contra a globalização (e de fato, nada está livre dessa "idealização em escala global").
Desde os primórdios da humanidade, há a noção de grupo (o ser humano é um animal legitimamente social), o que, com o decorrer dos séculos desenvolveu o conceito "nação".
Mas, algum país deve ficar à mercê de investidores externos inescrupulosos? Concordo que não deve haver a reclusão de grupos como aldeias ou pequenos povoamentos, mas ainda assim vide a China, que segue a política "meu povo, meu domínio e minha mão-de-obra, meu lucro". Contraditório em sua essência.
Em seus países de origem, existem barreiras políticas, sociais, ambientais e éticas (não presente quando não é seu "território"). Em países estrangeiros, a perspectiva do lucro fácil e rápido faz com que palavras como escrúpulos sejam abandonadas. Com leis mais flexíveis, basta corromper os políticos locais (que também tem lucros fáceis e rápidos).
Existem áreas ditas internacionalizadas para o que é mais conveniente, os EUA possuem muitas dessas: a Disney, Las Vegas... Obviamente as áreas petrolíferas são de interesses da NAÇÃO.
É fato, o homem crê no que satisfaz o seu EGO. Até por quanto tempo?
Em suma, o nosso planeta é politica e economicamente inviável. São nacionalizados os lucros e internacionalizadas as mazelas (compre a minha cultura que eu extinguo a sua).
terça-feira, 19 de maio de 2009
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Lavagem Cerebral
Escrever, o caminho entre o nada
E o lugar nenhum? Caneta nas mãos
E a letalidade de uma espada.
Ganho pontos ou conto contos?
Grotesco simbionte de Vossa Alteza
Consome a mente de quem mente.
Escrevo com tal crueza...
Ignore-me simplesmente.
Ei-lo que surge radiante e belo,
O que seria tal preciosidade verbal?
Escrever pela sanidade mental?
Poema sob pressão!
E o lugar nenhum? Caneta nas mãos
E a letalidade de uma espada.
Ganho pontos ou conto contos?
Grotesco simbionte de Vossa Alteza
Consome a mente de quem mente.
Escrevo com tal crueza...
Ignore-me simplesmente.
Ei-lo que surge radiante e belo,
O que seria tal preciosidade verbal?
Escrever pela sanidade mental?
Poema sob pressão!
O Pulsar
Olhos rasgados e sem fim
A vida morre assim em mim.
Estupefato, estragado povo
Afinal, o desgosto não é novo.
A história se faz da vitória
De quem preenche sua memória,
Que seja eterno enquanto dure
Na sua imortal finitude.
Sinta-se vivo no meu pulsar
Aonde suas mentiras tem seu lugar.
Verdade que anula o meu bem-estar.
A minha origem, o meu centro
Tristeza profunda rindo por dentro
Afinal, o desgosto não é novo.
A vida morre assim em mim.
Estupefato, estragado povo
Afinal, o desgosto não é novo.
A história se faz da vitória
De quem preenche sua memória,
Que seja eterno enquanto dure
Na sua imortal finitude.
Sinta-se vivo no meu pulsar
Aonde suas mentiras tem seu lugar.
Verdade que anula o meu bem-estar.
A minha origem, o meu centro
Tristeza profunda rindo por dentro
Afinal, o desgosto não é novo.
terça-feira, 5 de maio de 2009
Retornar é viver
Do alto dessa montanha algo parece sem sentido.
Solitário, me pergunto: será isso a vitória?
Tive todo o caminho da subida para ter consentido
O quão fugaz é a busca pelo poder e a glória.
Tornamo-nos escravos de nosso próprio querer
Para fazer o bem doa a quem doer
Da vida, sobra apenas o seu eterno grão
E sigo fazendo poesia, mesmo sob pressão!
De vitória em vitória, todos fazem história.
O tempo me corrói e o agora me possui
E na memória tudo em mim se dilui
Por favor, pare o tempo! Quero descansar.
Coração frágil, destemido e feito de pano
Na busca maçante que segue ano após ano.
Não depende só de mim, mi hermano
Voltar a tentar ser humano.
Solitário, me pergunto: será isso a vitória?
Tive todo o caminho da subida para ter consentido
O quão fugaz é a busca pelo poder e a glória.
Tornamo-nos escravos de nosso próprio querer
Para fazer o bem doa a quem doer
Da vida, sobra apenas o seu eterno grão
E sigo fazendo poesia, mesmo sob pressão!
De vitória em vitória, todos fazem história.
O tempo me corrói e o agora me possui
E na memória tudo em mim se dilui
Por favor, pare o tempo! Quero descansar.
Coração frágil, destemido e feito de pano
Na busca maçante que segue ano após ano.
Não depende só de mim, mi hermano
Voltar a tentar ser humano.
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