terça-feira, 19 de maio de 2009

Pavimentando o meu jardim

Ao passar dos anos da existência humana, um fato notável é a intensificação dos chamados fluxos capitalistas. Talvez seja hipocrisia de qualquer terráqueo do século XXI posicionar-se contra a globalização (e de fato, nada está livre dessa "idealização em escala global").
Desde os primórdios da humanidade, há a noção de grupo (o ser humano é um animal legitimamente social), o que, com o decorrer dos séculos desenvolveu o conceito "nação".
Mas, algum país deve ficar à mercê de investidores externos inescrupulosos? Concordo que não deve haver a reclusão de grupos como aldeias ou pequenos povoamentos, mas ainda assim vide a China, que segue a política "meu povo, meu domínio e minha mão-de-obra, meu lucro". Contraditório em sua essência.
Em seus países de origem, existem barreiras políticas, sociais, ambientais e éticas (não presente quando não é seu "território"). Em países estrangeiros, a perspectiva do lucro fácil e rápido faz com que palavras como escrúpulos sejam abandonadas. Com leis mais flexíveis, basta corromper os políticos locais (que também tem lucros fáceis e rápidos).
Existem áreas ditas internacionalizadas para o que é mais conveniente, os EUA possuem muitas dessas: a Disney, Las Vegas... Obviamente as áreas petrolíferas são de interesses da NAÇÃO.
É fato, o homem crê no que satisfaz o seu EGO. Até por quanto tempo?
Em suma, o nosso planeta é politica e economicamente inviável. São nacionalizados os lucros e internacionalizadas as mazelas (compre a minha cultura que eu extinguo a sua).

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