"Quem é o autor da vida? Deve ser um péssimo autor, porque o final de todas as personagens é sempre o mesmo: a morte, que ironicamente é a única certeza da vida.
E quem é o diretor da vida? Deve ser um péssimo diretor, porque essa toma rumos inesperados que muitas vezes contrariam todo o projeto inicial..."
Talvez a vida, a incógnita mais fascinante e que não necessariamente possui uma "solução no conjunto dos reais" (o que um teste de mortemática não faz com uma pessoa...), seja o roteiro dos próprios atores. Mas, e se todos se considerarem sempre coadjuvantes? Egocentrismo?
Que seja, mas o rumo da piada trágica é de quem conta. Cuide bem dos seus parágrafos antes dos alheios.
O sempre e o nunca, que sejam os aliados daqueles que buscam criar sua própria criatura. Por sadismo, para brincar ou só para não continuar sozinho (mesmo que esteja acompanhado do seu próprio templo chamado vida).
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