Era uma preciosidade única, enquanto a crueza daqueles que amava jogava-me pedras e flores.
Um lapso inconsciente? Talvez, mas se banhasse minha vida com certezas, a maior naquele momento seria que o contexto é uma mentira ainda maior. Agora, era azul. O verde, cinza.
Um copo com leite e cacau. Aquilo com certeza romperia o equilíbrio em relações traçadas para uma linguagem maior, mas era confortável. Uma função da linguagem, emotiva. Doce endorfina que pairava no céu.
De repente, em meio àquela confraternização, um insight idílico em um suspiro de memórias. Bela nostalgia, uma fuga que podava o inútil para a chegada de uma conclusão. Em uma música alta, fazia-se o eufemismo que rondava aquela cápsula absolutamente segura, e de maneira sutil: fugir do algorítmo abstruso e ver além, ter uma breve sensação de controle sobre a morte (talvez a mudança) e que de tudo se apoderava. Buraco negro... Era 6 de Janeiro.
"que rondava aquela cápsula absolutamente segura e, de maneira sutil: fugir" - caraca, Star Wars episódio IV, dois droids são enviados em uma cápsula pra fugir das garras de Darth Vader. Adorei.
ResponderExcluirHum,
ResponderExcluirInteressante. Só que muito, pode ser chato.
Mas não deixa de ser interessante. Das coisas mais interessantes de tudo que ando lendo em blogs.
Nossa , você tem uma forma tão sublime de escrever , palavras tão significativas . Muito bom mesmo . Beijos e continue assim ...
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