quarta-feira, 1 de abril de 2009

O monstro debaixo da cama

A infância, período mágico
Para alguns, quando passa é trágico.
Será que devemos deixar de bonzinhos?

Perdemos e ganhamos cada vez mais
E o monstro, continua na vida.
Muda sua cara, mas não o que faz.

Dos meus amores,
Personificam-se meus temores.
Temos realmente que ficar espertos e mesquinhos?

Ainda quero brincar, festejar e jogar
Mas isso já é história.
Tenho um refúgio em um canto das minhas memórias.

Acho que fracassei por querer acordar
E esse doce sonho infantil, tentar expulsar
Só para ir ao banheiro e agora, querer voltar.

Crescemos até em estatura, e no fundo
não mudamos, e sim nos adaptamos.

Por mais que mudemos de jeito e endereço,
Nossos sonhos mudam apenas de tamanho e preço.

Um comentário:

  1. cuidado se não ainda copiam as suas poesias e botam direito autoraal. sério *o* amei.

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