Lutuoso, vazio, lutulento. Não havia sequer um sinal de interação humana naquele ambiente. O beijo do vento nas folhas provocava uma vaga sinfonia doce e amarga. Uma saudação do etéreo, um momento que o código era finalmente abafado.
A morte. Ah, a morte em sua situação mais isolada do contexto humano. O transcendental pelo transcendental, arte pela arte. Seria esse o raio de sol mais belo? Cada um com seu sabor, ironicamente, era uma bioluminescência.
Estável. Troco meu repouso para entrar agora em equilíbrio com sua dor. Recebo prazer, recebo dor. Oscilo, vibro com suas ondas. O perfume perfeito do lugar, doce veneno "coitado", ele nasceu sem odor próprio.
Árvores e sepulturas fendidas que aos poucos vazavam a tripa de luxo para a vida. Era uma homenagem do vício à virtude.
O céu é a ambiguidade mais idílica, um desafio ao quoeficiente intelectual e potencial humanos. Um guia, uma benção. Em pensar que os antigos olhavam para cima para se localizarem, e nós olhamos para baixo. Pingos e pingos...
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